Archive for the ‘Família’ Category

Personal trainer

quarta-feira, março 13th, 2013

Comecei a treinar com um personal trainer.
Faço muitos exercícios de braço e perna. Todos os dias. E ele não dá moleza, não! Tenho sequências de manhã e à tarde.
É levantamento de peso com um braço de cada vez, caminhada com peso, repetições de agachadas, corrida.
E ele é um gato!
.
.
.
Meu filho dispensa academia ;-)

Cinco meses de nova vida!

sexta-feira, dezembro 7th, 2012

Filho, hoje você completa cinco meses. É quase como se eu tivesse um novo bebê, de tão depressa que passou. Você cresceu tanto que a brincadeira de “carregar um saco de arroz” ficou para trás há muito tempo, meu chumbinho. A vida mudou radicalmente, mas você é nosso parceirão sempre, desde a barriga. Não é fácil, não. Essa entrega total e maluca, uma aprendizagem interminável. Você me faz querer ser uma pessoa melhor. Eu nunca pensei que gostaria tanto de ser mãe. Eu AMO ser mãe. Amamentar você é uma das melhores coisas que eu já fiz na minha vida inteira. E ver o seu sorriso é o maior dos presentes. Parabéns, meu quindinzinho. Que Deus te presenteie sempre com saúde. Eu te amo cada dia mais.

(Foto tirada em 13 de novembro no Cinematerna pela Kaká Pillat Photography)

Três meses de mãe-escritora

terça-feira, outubro 16th, 2012

Publico aqui com algum atraso e peço desculpas, mas vou deixar registrado o que já postei no Facebook. Quero voltar a escrever mais no blog, mas por enquanto está tão, tão difícil. Meu filho ainda é um bebê que precisa muito de mim, então nos poucos momentos livres, planejo escrever o restante do novo livro. Espero que me compreendam ;-)

Mas sempre que der estarei aqui.

Sempre estou no Facebook e no Twitter. O #chatdelivro continua no Twitter todas as quintas-feiras às 21h (com exceção dessa quinta, dia 18, que será às 19h em homenagem aos noveleiros que acompanham o fim de Avenida Brasil, rsrsrs).

Agora, o texto:

Há três meses, tudo mudou. Hoje sou outra mulher. Descobri um amor que é muito além do que qualquer palavra, e então eu, que trabalho com palavras, me percebi impotente para determinar o que sinto quando te vejo. Esse amor de mãe, que é maior do que tudo, não possui equivalente em palavras desse mundo. Basta eu dizer que para sempre estarei ao seu lado. Errando e aprendendo com você. Acertando algumas vezes, eu espero. Mas ao seu lado. Não vou planejar nosso futuro, apenas quero estar de mãos dadas com você. Afinal, “Enquanto o homem planeja, Deus ri”. Não vamos planejar, então. Vamos viver, parceirão. Já começamos e esses têm sido os dias mais malucos, difíceis, incríveis e deliciosos que eu já vivi. Obrigada por me escolher para ser sua mãe, Angelo. Parabéns pelos seus três meses de vida aqui do lado de fora!

Alegrias a todos!

Fernanda.

Primeiro mês

terça-feira, agosto 7th, 2012

Primeiro mês é assim… não há tempo para mais nada além de estar com o pequeno. Deixo mais uma foto para vocês e agradeço pelo carinho das mensagens. Obrigada!!! :-)

Volto em breve.

Alegrias,

Fernanda.

Nasci!

terça-feira, julho 17th, 2012

Oi! Sou o Angelo e nasci!
Quem?
Ah, vocês me conhecem como Quindim! :-)

Nasci no dia 06/07/2012 na Maternidade de Campinas de parto normal com 4,035 kg e 52,5 cm com uma equipe maravilhosa e humanizada. Papai Mauro e Mamãe Fernanda dizem que sou um bebezão e estão muito felizes! Peço desculpas porque nesses primeiros dias não deixei a mamãe avisar sobre o nascimento – na verdade, não dei tempo a ela para mais nada. Mas ela agradece desde já as mensagens e e-mails carinhosos e preocupados e promete responder aos poucos.

Obrigado a todos pelo carinho, com um agradecimento especial a Dorothe KolkenaDra Otilia BPriscila Maria Colacioppo (e Giovana), Priscila HuguetVivian F ScaggianteSuzanne Shub. Vocês sabem o quanto são especiais! :-)

Um beijo sabor quindim,

Angelo.

É um menino!

terça-feira, março 20th, 2012

Seja bem-vindo, meu FILHO.

Alegrias,

Fernanda.

E depois da árvore e do livro…

quinta-feira, março 8th, 2012

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Há tempos queria contar uma novidade, e então pensei: “É hoje, neste dia especial”. A verdade é que não há um jeito certo de dizer e eu, que amo as palavras, não consigo utilizá-las nesse caso para expressar minha felicidade. Quero compartilhar com vocês, amigos e leitores, que além de grávida de um livro (que nasce em breve!), estou grávida de um bebezinho :-)

Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho… Só me faltava o último item. Agora não falta mais! (risos).

Tirinha que minha mãe me mandou.

Baby Quindim (seu apelido) fará 20 semanas aqui dentro amanhã, mas ainda não sabemos o sexo. Não se assustem com o barrigão nos lançamentos, hein? ;-)

Trarei novidades em breve. O que posso dizer agora é que eu não poderia estar mais feliz. Este é o ano em que eu e Má (ridão) completamos 10 anos juntos e com o resuminho de nosso amor crescendo aqui. Também é o ano em que eu e a Rai lançaremos meu segundo livro (Malas, Memórias e Marshmallows) e relançaremos o primeiro (Nove Minutos com Blanda). O terceiro está no forno. Só novidade boa! Só alegria!

E para todos vocês… ALEGRIAS!!!

Fernanda.

Hoje o dia é dele.

sexta-feira, agosto 19th, 2011

Eu não falo muito dele aqui porque ele não gosta de aparecer. Não tem perfil em redes sociais, não conversa no MSN e só tem e-mail porque, né, senão ele não seria desse mundo. Gosta de bater papo pelo telefone e reunir os amigos em casa. É divertido, tem um sorrisão sincero, um jeito todo moleque de falar inglês, cozinha como ninguééém, ama muito a família (a dele, a minha e a nossa) e canta as músicas mais bizarras do mundo. Na internet, ele diz que é só o “marido da escritora” (fofo!) e na vida real é mais do que isso. Muito, muito mais. Não é à toa que a dedicatória do meu primeiro livro é dele, só dele. Hoje é seu aniversário. Meu engenheiro químico (e ciclista, eletricista nas horas vagas e praticamente um artista plástico!) que me enche de orgulho completa 37 anos e passa seu 10º aniversário comigo. Sorte minha. Sorte dele. Sorte nossa que estamos juntos. O que eu desejo é que Deus o abençoe com muita saúde, muita muita muita saúde. E muitos anos de vida, porque ainda temos muito para viver juntos!

Todo mundo desejando Feliz Aniversário nos comentários para o cara que faz tudo ser possível! (Leitores e leitoras, ele é o primeiro responsável por eu ter me tornado escritora profissional – e não ter deixado meus textos nas gavetas -, então quero todo mundo dando parabéns pra ele!!!) :-)

Parabéns, meu amor.

Dias de pintora

terça-feira, agosto 2nd, 2011

Tenho passado dias inteiros entre os pincéis. E não é para imitar a Blanda, não, porque não são telas em questão. Estou atacando madeira com verniz. Calma, explico.

Primeiro era necessário pintar toda a estrutura de madeira aqui do fundo da casa. Então compramos um verniz próprio e começamos no final de semana. Foram dois dias de muito pescoço torto, equilíbrio na escada e concentração, mas conseguimos!

Minha mão em ação!

Eu não tenho frescura, não. Subo na escada, pinto, me sujo, me divirto. Com tudo é assim. Mas, claro, não pode faltar uma luva. Porque eu sou pau pra toda obra, mas ainda quero minhas unhas pintadas depois da jornada, hahaha!

Então prosseguimos e nos empolgamos. Trouxe de São Paulo uma mesa muito antiga da vó Lourdes. Preciso perguntar para ela quantos anos essa mesa tem, mas arrisco que tenha uns 40 anos pelo menos (vejam, eu escrevi pelo menos). A mesa não caberia no apartamento e eu quis. Má lixou-a todinha no fim de semana, então o que era uma madeira velha e feia ficou nova! Hoje eu passei verniz e ela ficou linda, linda!

Eu fico feliz quando conseguimos “recuperar” algum móvel ou objeto antigo, porque além de ficarem lindos e não precisarmos comprar novos (sustentabilidade, rs), mantemos as memórias. A mesa, por exemplo, era aquela que minha avó usava quando almoçávamos todos juntos no domingo. É uma mesa antiga, daquelas que abrem no meio para ficarem maiores, sabem? Então, é essa. E vê-la aqui é uma sensação de aconchego, de alguma forma.

Mudar não é fácil, mas descobrimos tanta coisa nesse processo que vale a pena… :-)

Alegrias,

Fernanda.

Cheirinho de chocolate

quarta-feira, julho 27th, 2011

Hoje peguei furadeira na mão e, com Má, furei parede, subi na escada, instalamos armários, limpamos, organizamos, acabamos com nossa coluna (ops!), foi muito bom. Alguns armários que eram dos meus pais vieram parar aqui em casa, já que eu não sou nadica de nada orgulhosa e fiquei feliz da vida por recebê-los (a propósito, ficaram lindinhos!). Eram os armários da cozinha da minha mãe. O apartamento para onde meus pais se mudaram já tinha armários e o tamanho de casa e do apê é bem diferente, então muitas coisas ficaram comigo.

Eis que em um certo momento, abrimos um dos armários e Má comenta:

- Nossa, tem cheiro de chocolate, o cheiro da cozinha da sua mãe.

Ele não percebeu que eu fiquei emocionada na hora. Lembrei daquela cozinha que não existe mais e do chocolate quente da minha mãe que, sem modéstia de filha, é um dos melhores! (o da minha comadre também é uma delícia, ela precisa fazer de novo pra mim, rs). Mas achei interessante perceber que parte daquela cozinha está agora comigo. A outra parte ficou com meus pais: um pequeno armário azul, ainda da época em que a cozinha era TODA azul, há cerca de 35 anos, o mesmo armário em que minha mãe guardava os chocolates em barra e esconderijo preferido de todos os amigos do bairro.

O pequeno armário azul ainda na casa, no dia da mudança...

Naquele momento de chororô em que só eu e mami entendemos o que sentíamos, ela confessou que não queria deixar o armário. Meu pai, prático, achava melhor deixá-lo ali, afinal, estava velho, um pouco quebrado. Fui para o canto e fiz o contrário, aconselhei mami a levar o bendito.

- Se você não quiser depois, dá para alguém! – convenci-a.

E o pequeno armário azul foi para o apartamento. Na bagunça, enquanto o marceneiro não entregava os móveis novos, foi ele quem nos salvou nos primeiros dias. Pensando bem, acho que não vão mais descartá-lo.

- É como um pedacinho da casa velha aqui… – eu ainda disse.

E agora temos, todos, um pedaço da nossa antiga casa conosco. Mas percebi que o mais importante, que são as lembranças, aromas e histórias, continuam em nossos corações.

Alegrias,

Fernanda.

Primeira noite…

quinta-feira, julho 21st, 2011

Ninguém conseguiu dormir direito na primeira noite no apartamento, mas eu sei que faz parte da adaptação. Eu não moro em São Paulo há seis anos e meio, mas na casa do Pari eu tinha uma referência, aqui ainda não. A vó é uma das mais felizes com seu apartamento, fazendo planos e arrumando tudo do jeito que ela quer. Ficou uma graça, com as cores de que ela gosta e os armários antigos (ela quem escolheu tudo). Ontem e hoje estive no apartamento dos meus pais (um andar acima da vó), abrindo caixas e colocando coisas no lugar. Amanhã a maratona continua e a tia (que mora andares acima dos meus pais) deve precisar de nós por lá também. Sou quase uma especialista em mudanças, rs.

Mas uma mudança nos brinda com memórias deliciosas, também. Encontramos objetos antigos, lembramos de familiares e histórias, guardamos cada coisa que nos fez lembrar do passado de uma maneira muito boa! Depois mostro algumas dessas lembranças para vocês.

Em tempo: Feliz Dia do Amigo para todos! Mas dia do amigo não é todo dia? ;-)

Alegrias,

Fernanda.

Última noite…

terça-feira, julho 19th, 2011

Hoje será a última noite na casa dos meus pais, aquela em que nasci, em que minha mãe nasceu, onde meu avô morou durante toda a vida e a casa que meu bisavô Gregório construiu. Na noite em que cheguei, sábado, não conseguia dormir. Fiquei observando os adesivos de estrelas na persiana que foi do meu irmão e chorei baixinho. Todas as minhas memórias estão aqui. Minha referência de família está aqui. E hoje tudo foi embalado e vi desaparecer em caixas.

Cada pedacinho da casa tem uma história. E eu comecei a lembrar de algumas delas, mas me deu um nó no peito que eu não consigo escrever. Estou bloqueada. Sei que minha família está junta e vai continuar junta em qualquer lugar. Que “a casa da vovó no Pari” vai virar “o apartamento da vovó na Móoca” e que teremos histórias para contar. Sei que o bisavô está feliz, onde estiver, porque a casa que ele construiu nos fez muito felizes em todos esses anos. Mas um ciclo se fechou e todos estarão melhores no novo lar.

Eu sei que vai ser difícil chegar por aqui em um dia qualquer e ver que a casa foi demolida. Hoje vou dormir naquele quarto que foi meu por tantos anos pela última vez. Vou pedir para as estrelas brilhantes que tudo corra bem nessa nova etapa da vida da família toda. E que a felicidade que morou aqui esteja conosco em todas as casas em que estivermos.

Alegrias,

Fernanda.

95 anos de muita doçura.

segunda-feira, julho 18th, 2011

Ela não gosta de assistir à TV, mas não perde um jogo do Corinthians. Adora chocolate e comemorou seu aniversário com um churrasco. Poderia ser uma amiga sua, certo? Mas é minha tia-avó Alice, que completou 95 anos hoje.

Foi uma delícia encontrar a família e vê-la. “Você está igual quando era criança, falando bastante” (hahaha, ela é espirituosa). As histórias sobre a tia eram ótimas, como a paixão pelo chocolate, que ela come todo dia um pedacinho, porque, afinal, não tem diabetes. “O problema é que engorda, mas eu não tenho tendência pra engordar”, ela me disse. E é corintiana, mas acho que assiste aos jogos mais para provocar aqueles torcedores do São Paulo. Certo dia, quando o time adversário perdeu e o bisneto ficou triste, ela parou de provocar e só disse “Tadinho… por que ele não é corintiano?”

Minha tia-avó é uma doçura. É essa a imagem que eu tenho dela. Irmã do meu avô Walter, pai de minha mãe. E vê-la com saúde, lucidez e ainda ótimas tiradas aos 95 anos é uma alegria muito, muito grande! Feliz aniversário, tia!

Tia Alice e eu.

Tia Alice e sua cunhada, minha avó Lourdes, a jovem de 82 anos ;-)

Família linda!

Alegrias,

Fernanda.

As melhores lembranças na casa em que nasci

quarta-feira, junho 8th, 2011

Hoje fiz um vídeo da casa em que morei por 25 anos, até casar. Admito que ainda não parei para pensar, a fundo, o que será essa mudança, já que está sendo lenta, bem lenta. Parece que é para que todos possamos nos acostumar. Meus pais vão se mudar, a vó vai se mudar, a tia também. A casa, que foi construída pelo meu bisavô, e onde moraram meus bisavós, avós, pais e meu irmão e eu, ficará sozinha em poucos meses. Provavelmente será destruída, dará lugar ao comércio, vai sumir.

É claro que toda mudança é positiva, eu sempre digo isso. Eu acredito realmente que as mudanças vêm para o nosso bem. Todos ficarão bem, foi uma escolha, irão para um bairro legal, o comércio já tomou conta do meu bairro de infância. Mas, mesmo assim, dá um nó no peito imaginar que foi ali que morei por tanto tempo. Há seis anos e meio eu não moro mais lá, mas ali ainda parece ser como um porto-seguro. É onde moram as pessoas que eu amo, é onde minha história nasceu.

Eu me lembro de gostar de ficar “escondida” na janela da sala da minha avó. Era uma janela alta, eu precisava subir no sofá e ficava ali, quietinha entre o vidro e a grade, como se ninguém pudesse me ver. Já criança eu ficava sozinha para escrever poemas, pode uma coisa dessas? Filmando a casa, recordei de quando meu quarto e de meu irmão era dividido por dois armários. De todos os gatos que tivemos, desde a primeira, aos meus 10 anos, a Cherry, de todos os almoços da vó, dos Natais no quintal com churrasco, temas divertidos e luzes em todos os cantos. Eu me lembro de chegar das festas de madrugada, aos 18 anos, e meu avô abrir a janela para dizer “ô ô tá tarde”, com aquele jeito fofo. Do cachorro Stopa, que era um anjo. Das brincadeiras com os amigos da rua, que iam até minha casa. Dos amigos de infância e adolescência, da festa de 15 anos no quintal.

Eu me lembro que fui uma criança feliz ali, uma adolescente amada pela família e uma pessoa com amigos maravilhosos. Eu me lembro que lembrar é uma das melhores coisas da vida. Quando temos saudade, é porque temos memórias lindas.

E a casa não vai mais existir, em alguns meses, mas a minha família vai continuar junta. E eu vou ter as melhores lembranças do mundo.

Alegrias,

Fernanda.

82 anos

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Essa é minha querida avó. Parabéns por mais um ano, vóva fofa!

E é dela parte da “culpa” por hoje eu ser escritora. Foi ela quem leu as primeiras histórias para mim. Foi ela quem passou noites com livros de contos e ouvindo meus palpites (afinal, eu gostava de opinar sobre as histórias, né?). E hoje ela é uma leitora especial dos meus livros. Uma das primeiras. E torce por mim de um jeito todo especial.

Vóva, te amo!

Alegrias,

Fernanda.


SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline